Este blogue é um espaço de partilha, de promoção de experiências para que continuemos a caminhar fortes, neste percurso da educação de Infância



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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Avaliar: o quê? para quê? para quem?

"Era uma vez...
Uma rainha que vivia em um grande castelo.
Ela tinha uma varinha que fazia as pessoas bonitas ou feias, alegres ou tristes, vitoriosas ou fracassadas. Como todas as rainhas, ela também tinha um espelho mágico.
Um dia, querendo avaliar sua beleza, ela perguntou ao espelho:
— Espelho, espelho meu, existe alguém mais bonita do que eu?
O espelho olhou bem para ela e respondeu:
— Minha rainha, os tempos estão mudados. Esta não é uma resposta assim tão simples. Hoje em dia, para responder a sua pergunta eu preciso de alguns elementos mais claros.
Atônita, a rainha não sabia o que dizer. Só lhe ocorreu perguntar:
— Como assim?
— Veja bem, respondeu o espelho. — Em primeiro lugar, preciso saber por que Vossa Majestade fez essa pergunta, ou seja, o que pretende fazer com minha resposta. Pretende apenas levantar dados sobre o seu ibop no castelo? Pretende examinar seu nível de beleza, comparando-o com o de outras pessoas, ou sua avaliação visa ao desenvolvimento de sua própria beleza, sem nenhum critério externo? É uma avaliação considerando a norma ou critérios predeterminados? De toda forma, é preciso, ainda, que Vossa Majestade me diga se pretende fazer uma classificação dos resultados.
E continuou o espelho:
— Além disso, eu preciso que Vossa Majestade me defina com que bases devo fazer essa avaliação. Devo considerar o peso, a altura, a cor dos olhos, o conjunto? Quem devo consultar para fazer essa análise? Por exemplo: se consultar somente os moradores do castelo, vou ter uma resposta; por outro lado, se utilizar parâmetros nacionais, poderei ter outra resposta. Entre a turma da copa ou mesmo entre os anões, a Branca de Neve ganha estourado. Mas, se perguntar aos seus conselheiros, acho que minha rainha terá o primeiro lugar. Depois,ainda tem o seguinte — continuou o espelho: — Como vou fazer essa avaliação? Devo utilizar análises continuadas? Posso utilizar alguma prova para verificar o grau dessa beleza? Utilizo a observação?
—Finalmente, concluiu o espelho, — Será que estou sendo justo? Tantos são os pontos a considerar...”

(adaptado de Utilization-Focused Evaluation. Londres, 1997, de Michael Quinn Patton)

Pensando a avaliação nesse contexto percebo o quanto ela é importante e necessária nas escolas atualmente, uma vez que nos últimos anos tem se difundido muito uma concepção de escola autônoma e com gestão participativa. Porém, não me refiro aqui à avaliação da aprendizagem, aquela que todo professor faz com seu aluno. Mas sim, a avaliação da escola como um todo, ou seja, como se deu ao longo de determinado período, as relações, os encaminhamentos, enfim, dizer quais foram os entraves e os facilitadores do desenvolvimento do trabalho escolar. Isso significa avaliar para tomada de decisão,como diria Luckesi, são pontos de partida e não de chegada.
Não queremos ser como a rainha que tinha a intenção apenas de constatar a sua beleza. Precisamos ser e agir mais como o espelho mágico, que é coerente com sua concepção e vê a avaliação como prática social, intencional e comprometida com uma visão de mundo.
E finalmente, um recadinho para aqueles que se propõem a serem avaliados: estejam preparados para ouvir todas as opiniões, as boas e as nem tão boas assim, e principalmente, não se empolguem demais com os elogios a ponto de transformar-se na rainha que só quer constatar o que já existe e acima de tudo, não se melindrem com as críticas a ponto de transformar a avaliação em um mal estar geral!
O segredo é aceitar tanto elogios quanto críticas de forma a transformá-los em reflexão comprometida com a melhoria das condições de trabalho, almejando assim, a tão sonhada educação de qualidade!

Fonte: http://professoramagna.blogspot.com/

sábado, 19 de novembro de 2011

A Avaliação

A avaliação na educação de infância é particularmente desafiadora. Sendo uma das tarefas mais complexas, a avaliação das aprendizagens do desenvolvimento de cada criança é seguramente uma das mais importantes no processo educativo.
A regulação dos processos de ensino-aprendizagem implica a recolha e a análise do máximo de informação sobre as situações pedagógicas e os intervenientes envolvidos, no sentido de tomar decisões que potenciem a aprendizagem e o desenvolvimento das crianças.
A avaliação na educação pré-escolar é um elemento integrante e regulador da prática educativa, que implica procedimentos adequados à especificidade deste nível de educação.
Baseada num processo contínuo de análise, que sustenta a adequação do processo educativo às necessidades de cada criança e do grupo, a avaliação pressupõe uma tomada de consciência da acção, devendo ter em conta os seguintes princípios:
  • Coerência entre os processos de avaliação e os princípios de gestão do currículo definidos nas “Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar”;
  • Utilização de técnicas e de instrumentos de observação e de registo diversificados;
  • Carácter marcadamente formativo da avaliação;
  • Valorização dos progressos da criança.
  • Circular n.º 17/DSDC/DEPEB/2007 [PDF]
  • Documento “Procedimentos e Práticas Organizativas e Pedagógicas na Avaliação da Educação Pré-Escolar” [PDF]
Fonte: http://www.min-edu.pt

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Projecto Curricular de Turma

Projecto Curricular de Turma, de acordo com a Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007 de 10/10/2007 do Ministério da Educação – Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular.

1.
Introdução

 
2.
Diagnóstico Inicial


2.1 -
Caracterização do grupo


2.1.1
Identificação de interesses e necessidades


2.2 -
Levantamento de recursos disponíveis:


2.2.1
Recursos materiais


2.2.2
Recursos Humanos

 
3.
Fundamentação das Opções Educativas
3.1 – Objectivos da Educação Pré-Escolar
3.2 – Metas de Aprendizagem para a Educação Pré-Escolar


4.
Metodologias


4.1 -
A metodologia utilizada

 
5.
Organização do Ambiente Educativo


5.1 -
A organização do ambiente educativo


5.2 -
A organização do grupo


5.3 -
A organização do espaço


5.4 -
A organização do tempo


5.5 -
A organização da equipa

 
6.
Intenções de trabalho para o ano lectivo


6.1-
Opções e Prioridades Curriculares

 



7.
Procedimentos de Avaliação


7.1 -
Mecanismos de avaliação dos processos, dos resultados das aprendizagens e das nossas práticas


7.2 -
Avaliação do Projecto Curricular

 



8.
Relação com as famílias e outros parceiros educativos


8.1 -
Relação com as famílias


8.2 -
Articulação com o 1º CEB





9.
Comunicação de resultados e divulgação da informação


9.1 -
Comunicação dos resultados


9.2 -
Divulgação




10.
Planificação das actividades

Qualidades dos Professores Eficazes


1. Os professores eficazes Cuidam.
Eles preocupam-se com os seus alunos, o seu trabalho e consigo mesmos.
Eles tratam os outros com dignidade, que respeite a integridade dos outros.
Dão prioridade ao benefício dos outros.
Afirmam os pontos fortes dos outros e reconhem o valor de ser... é uma espécie de amor.

2. Os professores eficazes Partilham.
Compartilham os seus conhecimentos, ideias e pontos de vista com os outros.
A sua vontade de compartilhar é uma forma de vida para eles.
Eles não retêm informações para benefício pessoal.

3. Os professores altamente eficazes Aprendem.
Eles sempre buscam a verdade e significado.
Procuram descobrir novas ideias e insights.
Eles refletem sobre suas experiências e incorporam a aprendizagem nas suas vidas.
Estão dispostos a melhorar as suas competências.
Continuam a crescer e a desenvolver-se ao longo das suas vidas.

4. Os professores altamente eficazes Criam.
Eles estão dispostos a experimentar o novo e o desconhecido, a assumir riscos para melhorar os resultados educacionais.
Qualquer coisa que valha a pena fazer, pode valer a pena falhar.
Não são desencorajadas por uma falha ocasional; reformulam o erro como uma oportunidade para fazer melhor, como resultado da experiência.

5. Os professores altamente eficazes Acreditam.
Eles têm fé nos alunos.
Confiam nos alunos e estão dispostos a conceder-lhes liberdade e responsabilidade.
Eles têm expectativas altas para seus alunos, bem como para si próprios.

6. Os professores eficazes Sonham.
Eles têm uma visão de sucesso.
Eles são movidos por uma imagem de excelência, mais que as suas capacidades inatas permitem.
Sempre procuram melhorar, nunca se contentam apenas com o remedeio e a mediania.

7. Os professores eficazes Desfrutam.
Ensinar não é apenas um emprego para eles, é o seu trabalho.
Eles vivem-no com alegria, satisfação, entusiasmo e vigor.
 
Fonte: Maria João Frazão




A Educação de Infância

A educação de infância, segundo Vasconcelos, não é apenas um bem social e educativo. É também um bem cultural. Porque a cultura pressupõe aprender ao longo da vida, requer curiosidade intelectual e capacidade de resolução de problemas, implica a usufruição estética inscrita no quotidiano, exige a radicalidade de uma postura ética. Acreditamos que proporcionar uma educação pré-escolar como bem social, educativo e cultural, é um projecto de cidadania para toda a sociedade portuguesa. É uma forma de tornar acto essa cidadania, reconhecendo o valor da infância e considerando as crianças como pequenas cidadãs de pleno direito, capazes de participar activamente na melhoria da sociedade. Fá-lo-ão se assegurarmos desde a mais tenra idade uma real qualidade educativa para as instituições que as servem. Só assim o projecto do alargamento, expansão e desenvolvimento da educação de infância em Portugal se poderá constituir em verdadeiro contrato mobilizador.

A Educação de Infância

Modelos pedagógicos

Actualmente, na generalidade, os educadores de infância pertencentes às redes pública e privada têm autonomia na actividade pedagógica, adoptando metodologias próprias e diversificadas.
Os modelos pedagógicos mais frequentes são:
  • Pedagogia de Projecto: parte de motivações concretas, associadas à realidade social e pressupõe um plano de acção construído pelas crianças com a educadora, que coordena. Assenta num plano flexível e aberto, tendo como objectivos fundamentais o desenvolvimento da sensibilidade, da imaginação criadora, da autonomia e socialização da criança.
  • Movimento da Escola Moderna: baseado nos trabalhos de Freinet e Vygotsky, assenta numa organização cooperativa de classe. As crianças organizam-se em função dos interesses, trabalhando individualmente ou em grupo. O educador promove a livre expressão individual, dentro de um espírito de entreajuda e cooperação.
  • Método João de Deus: privilegia as aprendizagens nos domínios da leitura, da escrita e da aritmética, de acordo com um plano prévio de trabalho, com o objectivo de preparar a criança para a escola. O educador situa-se na linha de uma pedagogia directiva, tendo em vista o desempenho e sucesso escolares da criança.
  • Currículo de Orientação Cognitiva: fundamenta-se nas teorias de desenvolvimento de Piaget e enquadra-se numa pedagogia activa. A criança aprende fazendo. As actividades desenvolvem-se num ambiente organizado por áreas, onde as crianças podem fazer a sua escolha. O/A educador(a) tem o papel de incentivar e de promover a acção.
  • Pedagogia de Situação: inspira-se nas pedagogias não directivas. O/A educador(a) pode também seguir práticas indiferenciadas, não identificadas com um método específico. Os educadores devem partir do que a criança já sabe e valorizar os seus saberes como fundamento de novas aprendizagens, bem como estimular a participação de todas as crianças.
Serviços de Apoio
Um dos objectivos da educação pré-escolar é proceder ao despiste de inadaptações, deficiências ou precocidades, promovendo a melhor orientação e encaminhamento da criança.
Com a intenção de garantir a oferta de uma escola inclusiva, definiram-se condições organizacionais, metodológicas e de gestão dos apoios educativos para a educação das crianças com necessidades educativas especiais

Fonte: APEI

A Educação de Infância

Desenvolvimento Curricular e Avaliação

Segundo Roldão (1999), currículo é o corpo de aprendizagens reconhecidas como socialmente necessárias e os professores os principais especialistas de currículo, porque esse é o saber que caracteriza e define a sua acção - Saber fazer aprender alguma coisa a alguém.
O currículo deve conter diversos aspectos interligados:
  • o conteúdo ( o que as crianças devem aprender);
  • os processos de aprendizagem ( como as crianças devem aprender);
  • as estratégias de ensino (como ensinar);
  • as estratégias de avaliação (como saber que aprendizagens ocorrem e que ajustes curriculares devem ser feitos).
A grande diversidade de população de cada escola exige uma gestão diferente do currículo de modo a responder ao seu público de forma a melhorar a sua aprendizagem.
Aquilo que o aluno já sabe deverá ser o ponto de partida para a aprendizagem, os conhecimentos prévios são em muitos casos parciais ou errados, mas são aqueles que o aluno utiliza para interpretar a realidade. Assim o processo ensino- aprendizagem consistirá em ir reconstruindo estas pré-concepções aproximando-as cada vez mais do conhecimento científico.
Citando Bruner, Vasconcelos (2000), afirma que qualquer matéria pode ser ensinada a qualquer criança de qualquer idade de forma honesta e eficaz, assim na sua teoria do currículo em espiral entende que se parte de um núcleo e que se vai girando, organizando, tecendo à volta desse núcleo. Assim, o aqui e o agora vão-se tornando maiores e, à medida que os alunos crescem, os assuntos já estudados voltam a surgir com um outro nível.
O professor no seu papel de gestor curricular, deverá ser um verdadeiro profissional de educação, fazer os outros aprenderem, num ambiente envolvente utilizando o seu conhecimento científico e educativo tendo em conta a motivação, o desenvolvimento, a resolução de conflitos entre pessoas e grupos e a comunicação, de forma a que a escola seja um organismo vivo, inserido num ambiente próprio.
Orientações Curriculares para a Educação Pré Escolar
Reconhecendo a necessidade de uma intencionalização da prática dos educadores de infância, a Administração Central, concebeu o documento Orientações Curriculares para a Educação Pré Escolar, aprovadas pelo Despacho nº5220/97, de 10 de Julho, e publicadas pelo Departamento de educação Básica em Setembro de 1997.
Este documento resultou de um processo de consulta, que envolveu profissionais e investigadores, estando organizado em duas partes:
1ª parte - Princípios Gerais: princípio geral e objectivos pedagógicos, fundamentos e organização, e as orientações globais para o educador.
2ª Parte - Intervenção Educativa: organização do ambiente educativo, áreas de conteúdo e continuidade educativa.
As Orientações Curriculares acentuam a importância de uma pedagogia estruturada, o que implica uma organização intencional e sistemática do processo pedagógico, exigindo que o educador planeie o seu trabalho e avalie o processo o os seus efeitos no desenvolvimento e na aprendizagem das crianças. (O.C. Pag. 18).
Assim devem ser utilizadas pelo educador, para tomar decisões sobre a sua prática de planear e avaliar o processo educativo, implicando assim a intencionalização da actividade educativa, o que quer dizer que o exercício da docência na educação pré-escolar deve incluir planificação, avaliação e registo, ou seja exige intencionalização do quotidiano pedagógico. Adoptam ainda uma perspectiva mais centrada em indicações para o educador do que na previsão de aprendizagens a realizar pelas crianças, incluindo a possibilidade de fundamentar diversas opções educativas.
As orientações globais para o educador estruturam-se nas seguintes dimensões:
1- Observar - avaliação diagnóstico, caracterização para ter conhecimento da criança e do grupo.
2- Planear, aprendizagens significativas e diversificadas de acordo com o diagnóstico efectuado.
3-Agir, concretização da acção, adaptação às propostas das crianças tirando partido das situações e oportunidades.
4- Avaliar, tomar consciência da acção, adequar o processo educativo. Avaliação com as crianças como base de avaliação para o educador. Progressão das aprendizagens a desenvolver com as crianças.
5- Comunicar, partilha com a equipa e com a família.
6- Articular, continuidade educativa com outros ciclos.
As orientações globais têm ainda como alicerce quatro Fundamentos dando sentido e consistência à prática educativa.
1º Desenvolvimento e a Aprendizagem como vertentes indissociáveis.
A interligação entre desenvolvimento e aprendizagem defendida por diferentes correntes actuais da psicologia e da sociologia que consideram que o ser humano se desenvolve num processo de interligação social. (O.C. pp18-19)
2º Reconhecimento da criança como sujeito do processo de aprendizagem.
Admitir que a criança desempenhe um papel activo na construção do seu desenvolvimento e aprendizagem, supõe encara-la como sujeito e não como objecto do processo educativo.( O.C. pp19)
3º Construção Articulada do Saber.
Neste sentido acentua-se a importância da Educação pré-escolar partir do que as crianças sabem da sua cultura e saberes próprios... oportunidade de usufruir de experiências educativas diversificadas num contexto facilitador de interacções alargadas com outras crianças e adultos, permite que cada criança, ao construir o seu desenvolvimento e aprendizagem, vá contribuindo para o desenvolvimento e aprendizagem dos outros. (O.C. pp 19)
4º Exigência de resposta a todas as crianças.
O respeito pela diferença inclui as crianças que se afastam dos "padrões normais", devendo a educação pré-escolar dar resposta a todas e a cada uma das crianças. (O.C. pp 19)
Assim, o educador tendo por base as orientações curriculares deverá construir o currículo no âmbito do Projecto Educativo do estabelecimento, tendo em conta: as características individuais e do grupo de crianças; a forma de ser e os saberes do próprio educador; os desejos e interesses das famílias e das comunidades; as problemáticas dos outros ciclos de ensino.
Este documento deverá tornar-se uma referência, que indique aos educadores, aos pais e à sociedade que experiências e saberes são importantes que o jardim de infância proporcione às crianças.
O Acto de avaliar, na educação de infância apesar de ter subjacente as mesmas questões que nos outros níveis de ensino, caracteriza-se por uma grande especificidade que é a idade das crianças. Há que considerar: o que avaliar; qual o contexto; quem avalia; porque avalia; como se avalia. Há que ter em conta essencialmente três funções: recolha de informação, a sua interpretação e a consequente adopção de decisões que possibilitem o aperfeiçoamento da acção educativa. As principais estratégias incidem na observação do ambiente educativo, das crianças e dos resultados das actividades que vão sendo realizadas, assim os professores através da avaliação têm a possibilidade de refletir e de tomar decisões fundamentadas sobre as suas práticas educativas.